PLP 81/2026 Monitorado

Cotas de Gênero na Justiça

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Altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para instituir a reserva mínima de gênero na composição dos órgãos judiciais especializados em violência doméstica e familiar contra a mulher e determinar a criação de Câmaras especializadas nos Tribunais.

No que isso impacta a sua vida?

Ao exigir que ao menos metade dos juízes em varas especializadas sejam mulheres e criar câmaras específicas para julgar recursos, o projeto combate o viés machista no Judiciário. Na prática, uma vítima de violência doméstica terá seu caso analisado por uma equipe mais representativa e treinada, aumentando a chance de uma decisão justa e a proteção efetiva. Falsas soluções punitivistas são rejeitadas: o foco é na equidade de gênero e na especialização, não no endurecimento penal.

Resumo gerado por Inteligência Artificial

Autores da Proposição

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A quem interessa este projeto?

As principais beneficiárias são as mulheres em situação de violência, que ganham um sistema de justiça mais acolhedor e técnico, além de advogadas e magistradas, que passam a ter maior participação nesses órgãos. A sociedade como um todo se beneficia com um Judiciário menos patriarcal, mas o projeto representa uma perda de influência para setores conservadores que resistem à igualdade de gênero nos espaços de poder.

Status Atual

Retirado pelo(a) Autor(a)

📍 Local: CCP

Quem decide agora?

Estes são os parlamentares que estão com o projeto na mesa.

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