PL 5181/2025 Monitorado

Proteção às Mães e Antiassédio

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Altera os arts. 47 e 81-A da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para determinar que as instituições de educação superior públicas e privadas adotem programa de prevenção e enfrentamento ao assédio sexual, nos termos da Lei nº 14.540, de 3 de abril de 2023, e para estender o direito ao regime escolar especial às estudantes mães adotantes e guardiãs.

No que isso impacta a sua vida?

O projeto obriga faculdades públicas e privadas a criarem programas efetivos de prevenção e combate ao assédio sexual, tornando o ambiente universitário mais seguro para todas, em especial mulheres. Além disso, garante que estudantes mães, inclusive por adoção ou guarda, tenham direito a regime escolar especial (prazos flexíveis, atividades adaptadas), permitindo que não abandonem os estudos durante a gestação, puerpério ou cuidados com os filhos. Na prática, reduz desigualdades de gênero, fortalece a permanência de mulheres na educação superior e combate uma violência que afeta desproporcionalmente a classe trabalhadora.

Resumo gerado por Inteligência Artificial

Autores da Proposição

+2 pts

A quem interessa este projeto?

Interessa diretamente às estudantes universitárias, sobretudo mulheres, mães biológicas, adotivas e guardiãs, que passam a ter proteção institucional contra o assédio e apoio para conciliar maternidade e estudo. Movimentos feministas, entidades de direitos humanos e coletivos estudantis apoiam a medida. Também beneficia a comunidade acadêmica como um todo, ao promover um ambiente mais igualitário e seguro, sem favorecer qualquer grupo econômico ou lobista específico.

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